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Mario Bolatti voltou para a América do Sul com um objetivo: ganhar a Libertadores. O Internacional era o local perfeito, na cabeça do argentino. Mas o sonho terminou, de forma surpreendente, nas oitavas de final. O volante remói a queda, mas diz que viu sinais de um grupo de atletas pronto para se recuperar.
“Estamos mal, cheguei com a ideia de ganhar minha primeira Libertadores. Mas passou e estamos fora”, disse Bolatti, um dos poucos a correr no dia seguinte a derrota de 2 a 1 para o Peñarol, em Porto Alegre. “Temos, então, que levantar a cabeça. Temos que olhar para frente”, completou.
Bolatti, depois, voltou atrás. Lembro que o Inter ainda disputará o Campeonato Brasileiro e a Recopa Sul-Americana. “Vim querendo ganhar a Libertadores. Mas também para jogar o Brasileirão, o melhor campeonato da América. Tem muita coisa pela frente. Lamentamos o que passou, mas existem outras coisas muito importantes para ganharmos”, destacou.
Questionado se a queda precoce é sua maior decepção na carreira, o autor de três do Inter na Libertadores garantiu que não. “Não acho que foi a maior decepção. A dor de perder o Mundial com a seleção foi o máximo”, revelou. “Mas com certeza este foi um golpe duro”, acrescentou.
Bolatti volta de suspensão no Campeonato Gaúcho e fará sua estreia em clássicos contra o Grêmio. Paulo Roberto Falcão orienta mais dois treinamentos antes da primeira partida final, neste domingo às 16h, no estádio vermelho.
Oscar e Rafael Sóbis brigam por uma vaga no ataque. Outras modificações podem acontecer. O meia Andrezinho sentiu a sequência de jogos e pode sobrar.
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